Menino é morto pela mãe e namorada por não querer se vestir como menina - Jornal da Ilha Grande Piauí

domingo, 16 de junho de 2019

Menino é morto pela mãe e namorada por não querer se vestir como menina

Autoridades descobriram que ele foi vítima de abuso, de acordo com vizinhos

Grande comoção causou em Guanajuato (México) o homicídio de um menor nas mãos de sua própria mãe e de sua parceira. Menino é morto pela mãe e namorada….

A população dissa entidade estarem preocupadas porque a mãe só recebeu a prisão preventiva de apenas quatro meses, apesar de ter sido  autora de uma surra brutal que acabou com a vida de seu filho, identificada como Karol Ramón.
De acordo com investigações das autoridades, os vizinhos relataram que o menino de sete anos de idade era constantemente espancado pelas duas mulheres, que também queimavam os braços do menino com cigarro, batiam nele com martelos, chicotes ou cadeiras.

A tragédia

No dia da tragédia, as mulheres tentaram forçar Karol Ramon a vestir com roupas de menina, algo que ele se recusou, então ambas começaram a bater-lhe no estômago e na cabeça.
De acordo com o relatório do instituto medico, os golpes danificaram gravemente os órgãos internos, o que teria causado a morte da criança. Além disso, o corpo apresentava hematomas e queimaduras “antigas”. A mãe de Karol Ramón não foi quem levou a criança para ser tratada em um centro médico.
Após constatada a morte da criança, o caso foi colocado nas mãos das autoridades e um juiz determinou uma prisão preventiva de apenas quatro meses. Foi relatado que a parceiro da mulher continua foragida.

No Brasil

Casal de lésbicas mata, degola e esquarteja criança de 9 anos

Duas mulheres são acusadas de matar esfaqueada uma criança de 9 anos, na noite dessa sexta-feira (31), na cidade de Samambaia Norte, no Distrito Federal.

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O corpo do menino foi decapitado e apresentava sinais de queimaduras. Uma das suspeitas, Rosana Auri da Silva Candido era mãe da vítima, Rhuan Maycon da Silva Castro. Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa, 28 anos, seria companheira dela. O crime ocorreu por volta das 21h e é investigado pela 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte).
O assassinato teria acontecido enquanto o garoto dormia. Segundo o delegado-chefe adjunto da 26ª DP, Guilherme Sousa Melo, depois de o matarem com golpes de faca, as mulheres o teriam esquartejado e tentado queimar partes do corpo na churrasqueira da residência.
Para se desfazerem do cadáver, elas o teriam colocado em malas. No entanto, ao passarem em um campo de futebol, algumas pessoas teriam desconfiado da cena e chamado a polícia.
Os policiais encontraram as duas em casa com uma menina de 8 anos, filha de Kacyla. Os restos mortais de Rhuan foram localizados em dois endereços: no lote onde moravam, na QR 619, e na via pública da QR 425, em frente à creche Azulão. Parte do corpo estava em duas mochilas.
As duas suspeitas foram presas e estão na delegacia. Durante interrogatório, nenhuma teria demonstrado arrependimento. Elas supostamente admitiram não ter a guarda das crianças e haver fugido do Acre sem conhecimento dos respectivos pais. Para não chamar atenção, os filhos não iam à escola há cerca de dois anos. De acordo com o Conselho Tutelar da cidade, a menina de 8 anos foi encaminhada a um abrigo.
Segundo as investigações, as mulheres moravam na região há cerca de dois meses, oriundas do Acre, e a residência em que vivem tem aspecto de abandono. Cômodos bagunçados e panelas cheias de mofo foram encontradas pelos policiais. Dentro da casa, as duas ainda teriam pintado trechos de passagens bíblicas nas paredes.
De acordo com o delegado, elas planejaram matar o garoto há um mês. Primeiro, pensaram em envenená-lo, mas deliberaram pela facada no peito. Hoje, em depoimento, disseram que decidiram fazer isso porque pretendiam se mudar para outro endereço.
Rosana afirmou ter ódio do filho pelo vínculo com o próprio pai, que a teria maltratado no passado. Para o delegado, a outra criança provavelmente também seria morta.